Em Guerra com o Sedentarismo

Fazer exercício é muito importante para saúde tanto para o homem quanto para a mulher e ajuda, a animar o corpo e representar um estilo de vida muito saudável para vida de um ser humano.

Mas infelizmente, um vilão está à solta, parece uma batalha travada entre o bem e o mal, alguns seres humanos se entregam a esse mal que é o sedentarismo.

Sedentarismo

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O conceito desse vilão de acordo com LESSA et al, (2005) o sedentarismo trás bastante complicações para a saúde pública impede a pessoa de não praticar exercícios físicos que tem como estilos esporte ou atividade física relacionada ao exercício físico exemplo de uma academia de ginástica, lembrado que nem sempre a atividade física está no exercícios e sim qualquer movimento corporal produzindo pela musculatura esquelética exemplos de andar, correr, saltar, lavar a louça do almoço, passar roupa, trabalhar, ir até a padaria, pegar o ônibus, passear com os filhos, jogar vídeo games e outros gerando   certo gasto calórico. E sendo assim o exercício, somado pela aplicação de um profissional de Educação Física para dar rendimento ao aluno e melhorar o seu estilo de vida e uma aptidão física boa nos níveis de flexibilidade, força muscular e resistência cardiorrespiratória.

Consequências do sedentarismo

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Uma pessoa que não chega a fazer exercício físico com o decorrer da vida pode ter sérios riscos de doenças, segundo BRAGION et al (2003) a capacidade funcional e o nível de aptidão física baixo desencadeiam um desequilíbrio funcional podendo a levar o ser humano à perda consecutiva da força, atrofia da musculatura esquelética, lentidão na velocidade de ação e reação.

Sabemos que com decorrer da idade cronológica o ser humano começa a ter adaptações não muito justa na sua vida, de acordo com VIRTUOSO et al (2005), a diminuição da estatura acontece com mais rapidez nas mulheres a partir dos 45 a 50 anos de idade, se estabilizando aos 70 anos e dando se um declínio até aos 80 anos algumas por causa da osteoporose.

Na parte neuromuscular ocorre uma perda de 10 a 20% na força muscular e diminuição na habilidade na força estática onde ocorre menor índice de fadiga muscular e falta de aumento dos músculos (hipertrofia) caracterizando lentidão na capacidade funcional.

Capacidade cardiovascular diminuição no débito cardíaco o aumento na frequência cardíaca em movimento e em repouso, o aumento da pressão arterial, na parte pulmonar ocorre diminuição na frequência do volume respiratório, declínio dos números de alvéolos pulmonares inclusive quem fuma ajuda ainda mais a machucar os alvéolos e menor mobilidade da parede torácica.

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Sistema neural, diminuição no numero e tamanho dos neurônios motores, na velocidade de condução nervosa, no fluxo sanguíneo cerebral e aumento do tecido conectivo, proporcionam o menor tempo de reação e velocidade do movimento.

Já em outros estudos de acordo com CARVALHO (1994), citado pôr RENNÓ et al (2001) o processo de envelhecimento está em um sistema dinâmico e progressivo, no qual existem mudanças morfológicas, funcionais e bioquímicas, que vão limitando progressivamente o organismo tornando mais susceptível as agressões intrínsecas e extrínsecas que terminam por levá-lo a morte.

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Com o avanço da idade nos seres humanos, está comprovado que as capacidades físicas e performance esportiva, têm uma queda durante o envelhecimento.

Geralmente suas alterações negativas começa a se manifestar a partir dos 20 e 90 anos onde um individuo perde 50% da massa muscular.e com isso a inatividade física é a  principal arma para desencadear uma séries de doenças na qual uma delas é o,    enfraquecimento dos ossos, força, potência, resistência, flexibilidade,  amplitude do movimento e uma grande baixa no condicionamento funcional durante a sequencia de vida (CAMPOS, 2004).

Fatores de risco no sedentarismo

Segundo NAHAS et al 2002 as doenças relacionadas são: Hipertensão, Diabetes, Dislipidemia (colesterol auto), Obesidade.

De acordo com (CAMPOS, 2004) as doenças se multiplicam com o decorrer da idade e do sedentarismo tais como: Osteoporose, Diabetes e Obesidade.

A Sarcopenia que vem do grego Sarx: carne e penia: perda de acordo com (HAMEED, HARRIDGE & GOLDSPINK 2002 citado  pôr NAVEGA e col. 2003). A sarcopenia é a perda da massa muscular, relacionado ao processo de envelhecimento e diminuição do metabolismo basal. Sua principal causa é a inatividade, que devido ao desuso do sistema músculo esquelético, leva a uma atrofia muscular, onde este decréscimo ocorre por causa dos números e tamanhos de fibras do tipo 2 que decrescem com o avançar da idade, atigindo o acumulo de gordura no corpo a partir da quinta década de vida.

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O que fazer para evitar o sedentarismo

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Segundo (CAMPOS, 2004), fazer exercícios com orientação é fundamental para colocar o corpo em dia, exercícios como, caminhada, natação, musculação, corridas e alongamentos ajudam prevenir sérias complicações de doenças relacionadas ao sedentarismo e resultar em uma queima calórica excelente, colocando o organismo humano em estado de equilíbrio com bem estar físico, mental, social, espiritual e psicológico.

Pessoal espero muito ter ajudado nessas informações, bons treinos!

Referências Bibliográficas

  1. BRAGGION G, ANDRADE E, MATSUDO V, MATSUDO S, MARIN VR, et al Acréscimo de 1kg aos exercícios praticados por mulheres acima de 50 anos: impacto na aptidão física e capacidade funcional. Revista Brasileira de Ciência e Movimento. 2003; n.1, v.11 53-58.
  2. CAMPOS, M.A Musculação: Diabéticos, Osteoporóticos, Idosos, Crianças e Obesos. Rio de Janeiro, 3a, Edição: Sprint 2004.
  3. LESSA I, PITANGA GJF, Prevalência e Fatores Associados ao Sedentarismo no Lazer em Adultos. Cad. Saúde Pública 2005 n.21, v.3: 870-877.
  4. NAHAS M,V SILVA D,K Prescrição de exercícios físicos para pessoas com doenças vascular periférica. Revista Brasileira de Ciência e Movimento 2002 n.1 v.10: 55-61.
  5. NAVEGA, M.T, AVEIRO, M.C, OISHI, J Alongamento, caminhada e fortalecimento dos músculos da coxa: um programa de atividade física para mulheres com osteoporose. Revista Brasileira de Fisioterapia. 2003; n.3, v.7: 261-267.
  6. RENNÓ, A.C.M, DRIUSSO, P, FERREIRA, V Atividade física e osteoporose: uma revisão bibliográfica. Fisioterapia e Movimento. 2001; n.2, v.13: 49-54.

 

 

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