DIABETE

 

A diabete é uma doença do metabolismo da glicose (açúcar). Ela é causada pela falta, má absorção ou resistência à insulina, hormônio produzido pelo pâncreas com a função de quebrar as moléculas de glicose, a fim de transformá-las em energia para que sejam aproveitadas por todas as células. A carência total ou parcial da insulina interfere na queima de açúcar e impede sua transformação em outras substâncias (proteínas, músculos e gordura).

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Os diabéticos precisam ficar muito atentos ao IG (índice glicêmico) dos alimentos, procurando consumir os de baixo ou moderado índice. Mas o que é índice glicêmico? É a capacidade de um alimento elevar a taxa de açúcar no sangue. Os de alto IG elevam essa taxa muito rapidamente e prejudicam o indivíduo.

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Mas, se eu não sou diabético, isso importa para mim? Sim! Pois de tanto consumir alimentos com alto IG, pode acabar desenvolvendo diabete por ter estimulado muito a insulina, provocando a resistência desse hormônio.

Confira dicas para reduzir o IG dos alimentos:

– Troque os alimentos refinados pelos integrais, pois possuem menor índice glicêmico e são ricos em fibras e nutrientes;

– Evite consumir fruta e vegetais puros. Adicione aveia, flocos de quinoa, chia, amaranto ou linhaça triturada no liquidificador;

– Não amasse muito os alimentos ao fazer purê, procure deixar pedaços meio inteiros;

– Inclua a batata yacon nas suas refeições. Ela ajuda a controlar a diabete e é rica em inulina, potente nutriente para o equilíbrio da microbiota. Pode ralar a batata e adicionar em saladas e sucos;

– Inclua a biomassa de banana verde no preparo de feijões, cremes, sucos e muito mais! É rica em fibras, que são fundamentais para auxiliar o tratamento da diabete e reduzir o IG dos alimentos.

 

Texto: elaborado por Thainá Queiroz, nutricionista da Natue, e revisado por Michele Prado.

O Consumo do sal

O brasileiro tem optado cada vez mais por alimentos salgados. Os alimentos contêm sódio naturalmente, porém, o maior problema é que grande parte dos produtos industrializados são riquíssimos em sódio e contribuem para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e hipertensão (pressão alta).

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Quando o organismo recebe muito sal, passa a reter mais líquido para lidar com essa sobrecarga recebida. Isso aumenta o volume de sangue das artérias e pode provocar hipertensão.

Segundo o Ministério da Saúde, o máximo de sal recomendado para indivíduos saudáveis é de 5 g ao dia (2.000 mg de sódio). Você sabe qual é a média de consumo diário de sal pelos brasileiros? 10 gramas! Simplesmente o dobro.

É necessário desconstruir a ideia de que é o sal que dá sabor aos alimentos. O que tempera o alimento são os temperos frescos como alho, cebola, salsinha, salsa, coentro, cebolinha, manjericão, alecrim e muitos outros. São excelentes e além de dar sabor, ajudam a expulsar as toxinas do corpo.

Too Much Salt on Food --- Image by © Stanley Fellerman/Corbis

Ao temperar alimentos como carnes, saladas, feijão e arroz, prefira utilizar sal em pequenas quantidades e escolha o sal marinho ou o sal do Himalaia, que contêm bons nutrientes e possuem menos sódio.

Fuja de temperos prontos, pois são ricos em sódio e outras substâncias que contribuem para o desenvolvimento de doenças.

 

Texto: elaborado por Thainá Queiroz, nutricionista da Natue, e revisado por Michele Prado.

 

A Problemática da pressão alta

Quem disse que comida sem sal é comida sem graça?

Uma vez que o aumento de hipertensos (portadores de pressão alta) vem crescendo consideravelmente no Brasil e no mundo, esse fator deve ser repensado. Atribui-se a isso o grande consumo de alimentos processados e a adição de sal em alimentos que já o contém.

Vale lembrar que os fumantes correm risco muito maior de desenvolveram a doença, pois o hábito de fumar aumenta a pressão sanguínea.

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Em cada 1 grama de sal existe 0,4 gramas de sódio. O chocante é saber que para cada 9 gramas de sal ingerido, o corpo retém 1 litro de água. Isso pode afetar diretamente o sistema cardiovascular caso a água não seja eliminada com eficiência, além de sobrecarregar outros órgãos fundamentais, como os rins.

Já que 70% do sódio consumido pelos brasileiros vêm dos alimentos industrializados, o ideal seria que os fabricantes se conscientizassem e produzissem alimentos menos processados e com menos sódio.

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Enquanto isso não acontece, trocas inteligentes podem aumentar a qualidade de vida e prevenir não só a hipertensão, mas também doenças cardiovasculares.

Dicas:

– Invista em ervas frescas para temperar os alimentos: salsinha, coentro, sálvia, funcho e tomilho, entre outras, dão sabor aos alimentos e ainda ajudam a desintoxicar o corpo;

– Troque temperos industrializados por alho, cebola e sal marinho (contém menos sódio e possui nutrientes importantes);

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– Faça uma aliança com a garrafinha d’água. Ela é sua melhor amiga.

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Alimentar-se bem é um hábito, portanto, capriche na alimentação e curta os benefícios!

Texto: elaborado por Thainá Queiroz, nutricionista da Natue, e revisado por Michele Prado.