Hipertensão como isso acontece?

O que é hipertensão?

Hipertensão, usualmente chamada de pressão alta, é ter a pressão arterial, sistematicamente, igual ou maior que 14 por 9. A pressão se eleva por vários motivos, mas principalmente porque os vasos nos quais o sangue circula se contraem.

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O coração e os vasos podem ser comparados a uma torneira aberta ligada a vários esguichos. Se fecharmos a ponta dos esguichos a pressão lá dentro aumenta. O mesmo ocorre quando o coração bombeia o sangue. Se os vasos são estreitados a pressão sobe.

Aterosclerose1

Quais são as conseqüências da pressão alta?

 

A pressão alta ataca os vasos, coração, rins e cérebro. Os vasos são recobertos internamente por uma camada muito fina e delicada, que é machucada quando o sangue está circulando com pressão elevada. Com isso, os vasos se tornam endurecidos e estreitados podendo, com o passar dos anos, entupir ou romper. Quando o entupimento de um vaso acontece no coração, causa a angina que pode ocasionar um infarto. No cérebro, o entupimento ou rompimento de um vaso, leva ao “derrame cerebral” ou AVC. Nos rins podem ocorrer alterações na filtração até a paralisação dos órgãos. Todas essas situações são muito graves e podem ser evitadas com o tratamento adequado, bem conduzido por médicos.

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Quem tem pressão alta?

Pressão alta é uma doença “democrática”. Ataca homens e mulheres, brancos e negros, ricos e pobres, idosos e crianças, gordos e magros, pessoas calmas e nervosas.

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A Hipertensão é muito comum, acomete uma em cada quatro pessoas adultas. Assim, estima-se que atinga em torno de, no mínimo, 25 % da população brasileira adulta, chegando a mais de 50% após os 60 anos e está presente em 5% das crianças e adolescentes no Brasil. É responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal. As graves conseqüências da pressão alta podem ser evitadas, desde que os hipertensos conheçam sua condição e mantenham-se em tratamento com adequado controle da pressão.

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A Importância do treinamento de corrida na rua

Benefícios da Corrida

Estudos provam que correr mantém sua saúde.

By Amy Rushlow, RunnersWorld.

Cientistas descobriram a fonte da juventude, ela está correndo. Estudos continuam a encontrar que sair para correr melhora a saúde e bem-estar. “Os maiores benefícios vêm de exercícios vigorosos como correr”, diz JoAnn Manson, MD, chefe de medicina preventiva em Brigham, e do Hospital da Mulher. Abaixo estão as últimas razões para você se envolver.

OLHE PARA FRENTE

olhe para frente

As pessoas que correm mais de 56 km por semana, tem 54 por cento menos probabilidade de sofrer perda de visão relacionada à idade do que aqueles que correm 16 km por semana.

MANTENHA O RITMO

Mnatenha o ritmo

Os corredores que se registram uma corrida semanal de 16 km (ou mais) tem 39 por cento menos probabilidade de usar alta pressão arterial medicamentos e 34 por cento menos de probabilidade de precisar de medicamentos para colesterol em comparação com aqueles que não vão mais longe do que três quilômetros.

BOM FUNCIONAMENTO

Bom funcionamento

Homens que queimam pelo menos 3.000 calorias por semana (o equivalente a cerca de cinco horas de corrida)Tem 83 por cento menos de probabilidade de ter disfunção erétil grave.

FORTALEÇA SEUS OSSOS

Fortaleça os ossos do corpo

Correr fortalece os ossos melhor do que outras atividades aeróbicas, dizem pesquisadores da Universidade de Missouri, que compararam a densidade óssea de corredores e ciclistas. Sessenta e três por cento dos ciclistas apresentou baixa densidade em sua coluna ou quadril, apenas 19 por cento dos corredores apresentou esta densidade.

PENSE RÁPIDO

Pense rápido

Trabalhadores britânicos foram pesquisados ​​em um dia, que exercitaram fora e nos dias que não. As pessoas disseram que cometiam menos erros, concentravam melhor e eram mais produtivos nos dias em que estavam ativos.

FIQUE AFIADO

Fique afiado

Um estudo no Journal of the American Geriatrics Society, informou que as mulheres que eram ativas quando adolescentes tinham menos probabilidade de desenvolver demência mais tarde na vida.

 

DURMA BEM

Durma bem

Insones adormeceram em 17 minutos nos dias que corriam, em comparação a 38 minutos em dias que não correram. Eles também dormiram um hora extra nos dias em que exercitaram.

ESPIRRE MENOS

ESpirre menos

Pessoas que se exercitam durante uma hora por dia, tem 18 por cento menos probabilidade de sofrer de infecções no trato superior respiratório do que aqueles que estão inativas, de acordo com um estudo da Suécia. Atividade moderada aumenta a imunidade.

RESPIRE FÁCIL

Respire fácil

Os investigadores do estudo,  tinham asmáticos fazer dois exercícios cardio e uma sessão de força de uma semana. Depois de três meses, eles relataram menos chiado e falta de ar.

VIVA MAIS

Happy Family Hugging Each Other

Uma revisão de 22 estudos descobriu que as pessoas que exercitam 2,5 horas por semana têm 19 por cento menos probabilidade de morrer prematuramente do que aqueles que não exercem. Um estudo separado descobriu que pessoas ativas têm um risco 50 por cento, menor de morte prematura.

Estudantes universitários americanos que exercitar pelo menos 20 minutos, 7 dias por semana têm maior GPA (média para vestibular) do que aqueles que são sedentários.

Referências

http://www.parqueibirapuera.org/carminhar_correr/beneficios-corrida/

 

Métodos de treino aplicado na sala de musculação parte 3

Método Tri-Set

Método Tri-Set

Objetivo: Hipertrofia muscular

Praticante: Avançado

Números de semanas sugeridos: duas a três semanas

Procedimento: semelhante ao bi-set, porem com adição de um exercício. O tri-set consiste em realizar três exercícios sem intervalo, ou seja, executar os exercícios de forma seguidos um após o outro até completar o total de três exercícios sem pausa. Após a execução dos três exercícios segue-se uma pausa (aproximadamente 2 minutos), para então realizar a segunda passagem e, depois a terceira. Podem-se realizar exercícios para o mesmo grupo muscular ou (mais indicado para hipertrofia muscular) para outro distinto.

Tri-set

Exercícios Passagens Repetições Peso
Remada alta 3  10 Próximos as RMs
Remada sentada 3  10 Próximos as RMs
Remada curvada (pegada fechada) 3  10 Próximos as RMs
OU
Remada alta 3  10 Próximos as RMs
Leg. Press 45 3  10 Próximos as RMs
Tríceps na polia 3  10 Próximos as RMs

Intervalo entre as passagens: até 2 minutos após três exercícios sem pausa

Remada Fechada

Remada Fechada

Remada Alta

 

Remada-Curvada pegada Fechada

Remada-Curvada pegada Fechada

 Essas figuras representa um modelo de treino feito no método tri-set

 

Referências:

Manual de musculação; uma abordagem teórico-prática do treinamento de força/ Marcos Carlos Uchida..et al 7ed São Paulo editora Phorte, 2013.

 

Os Métodos de treino aplicado na sala de musculação parte 2

Método Bi-set

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Objetivo: Hipertrofia muscular

Nível de praticante: Intermediário e Avançado

Números de semanas sugeridos: quatro semanas

Procedimento: O método bi-set consiste em realizar dois exercícios sem intervalo, ou seja, executar um exercício em sem pausa realizar o próximo.

Após a execução dos dois exercícios, há uma pausa (aproximadamente 1min30s), para então realizar a segunda passagem e depois a terceira.

Podem-se realizar exercícios para o mesmo grupo muscular (mais indicado para hipertrofia muscular) ou para outro distinto.

Exemplos:

Bi-set
Exercício Passagens Repetições Peso
Supino reto 3 10 Próximo ás RMs
Fly inclinado 3 10 Próximo ás RMs
ou
Agachamento 4 8 Próximo ás RMs
Extensora 4 8 Próximo ás RMs
Intervalo entre as passagens 1 min30s após 2 exercícios sem pausa

Referências:

Manual de musculação; uma abordagem teórico-prática do treinamento de força/ Marcos Carlos Uchida..et al 7ed São Paulo editora Phorte, 2013.

Clique aqui e assista um vídeo sobre bi-set na musculação

 

 

Os métodos de treino aplicado na musculação parte 1

O treinamento de força, está em alta nas academias e nos programas de personal trainer, seja o seu objetivo: Condicionamento físico geral, Performance esportiva, Reabilitação de lesões e aumento da massa muscular.

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Existem vários métodos de treinamento que gera muita polêmica, sobre a superioridade de cada sistema de treino.

Essa questão de cada método do treino deve-se vista com muito cuidado por cada professor, pois existem pouquissimos estudos e trabalhos científicos sobre esses sistemas, dificilmente podemos afirmar qual a melhor forma de ser trabalhado, o fato é que eles são mjuito interessantes.

O que ocorre é que o organismo humano de um aluno pode responder mais do que o outro aluno, não significa que o treino seja melhor ou pior, mas que o aluno respondeu de forma positiva ou negativa, afinal quando se fala do aumento da massa muscular ou força pura, muitas variaveis estão em jogo Exemplo: Descanso, Alimentação e Treino excessivo.

Esses métodos de treinos foram elaborados por Preparadores Físicos e Atletas de Força, o que significa que não foram elaborados em laboratórios para estudo científicos ou seja não existem comprovações cientificas sobre os métodos e sistema de treinamento.

Hoje pesquisadores e fisiologistas procuram respostas mais detalhadas sobre o assunto, mas que esses métodos tem uma significância muito grande sobre os rsultados apresentados em alunos, para os benefícios na massa muscular, profilaxia de doenças e emagrecimento!

Esse artigo vai ter continuações espero que acompanhem essa matéria interessante sobre os mistério dos sistema de treinos na musculação.

SISTEMAS DE TREINO

Decrescente ou Drop Set

Objetivo: Visa hipertrofia muscular

Praticante: Avançado

Numeros de semanas sugeridos: 2 a 3 semanas

Procedimento: No método decrescente ou drop set, é necessário realizar um número determinado de repetições exemplo: seis repetições. Sem intervalo, ou com intervalo muito pequeno no máximo 30 segundos, diminui se a carga ou aumenta se a mesma!

O numero de diminuições de cargas pode variar de uma a 3 em média.

Exemplo 15,12,10,8 aumentando a carga ou 8,10,12,15 diminuindo a carga

Proximo estudo eu venho com bi set e tri set!

Um abraço a todos!

Referências

Manual de musculação; uma abordagem teórico-prática do treinamento de força/ Marcos Carlos Uchida..et al 7ed São Paulo editora Phorte, 2013.

De uma olhada aqui sobre um exemplo na prática de Drop Set

Dança corporal uma expressão sem limites

A adolescência é uma etapa do desenvolvimento que envolve muitos conflitos,  sendo considerada uma fase crítica, cheia de momentos turbulentos e que requer muita

atenção e compreensão das pessoas que circundam esse adolescente.

A escola faz parte deste universo e dentre as várias possibilidades de conteúdos, enfatizamos que as atividades dançantes podem contribuir para amenizar essa  fase de turbulências, pois auxilia o desenvolvimento biopsicossiocial.

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A dança é uma forma de expressão humana, assim como a pintura, literatura, escultura, entre outras. Ela faz parte da comunicação não-verbal  que envolve todas as manifestações de comportamento como os gestos, as expressões de emoções, orientações do corpo, as posturas, a relação de distância entre os indivíduos e, ainda, organização dos objetos no espaço. Está presente no nosso dia-a-dia, mas, muitas vezes, não temos consciência de sua ocorrência e, nem  mesmo, de como acontece (KNAPP; HALL, 1999).

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Pereira (2007) menciona que aprender a dançar significa também estabelecer novas formas de comunicação corporal, já que a aprendizagem da dança colabora para a expressividade de manifestação do corpo, ou seja, de manifestação do ser.

Dessa  forma, a dança é uma das mais poderosas formas de comunicação e expressão corpopral.

Uma  forma  de  linguagem universal e faz parte da cultura corporal da humanidade.

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Neste estudo enfocaremos o contato corporal através da atividade de dança no salão, entendendo-a como uma manifestação eminentemente social, de identificação de um grupo, integração e forma de lazer e ainda que permita o desenvolvimento dos aspectos físicos, psicológicos e sociais.

Confira aqui alguns vídeos, do que uma dança é capaz de fazer!

https://www.youtube.com/watch?v=YbzJdsA355E

Até mais galera!

A IMPORTÂNCIA DO EXERCÍCIO RESISTIDO COM PESO

Bom dia alunos, professores e colaboradores, hoje vamos falar um pouco sobre os benefícios do exercício resistido com peso e sua importância!

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Você sabia que o exercício é perfeito para o bem estar físico, mental, social, psicológico e espiritual

Vamos ver alguns de seus benefícios

Melhora o fluxo sanguíneo no corpo vasodilatando mais suas veias cavas e melhorando a ejeção de sangue das parede nas artérias!

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Social, Moda e Estética

Ginastica localizada

Preparação física em atletas, culturismo específico para competição

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Clínicos: posturais, lesões, osteoporose, cardíacos, neuromusculares, diabético, obesidade, depressão e imunológico.

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Capacidade do coração trabalhar eficazmente sob regime de alta pressão.

Fortalecer tórax é importante pois a musculatura toráxica, diafragmática e abdominal pode ser vital para a sobrevivência.

A musculatura bem desenvolvida é importante fator de proteção em relação as lesões traumáticas.

Melhora a capacidade Mental

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Levanta a Auto Estima

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Reduz os riscos de Colesterol alto

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Prepara para um bom Envelhecimento

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Fortalece os Ossos

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Controla o açucar no sangue para o Diabetes

Perfeito para quem tem Depressão

Controla o quadro de Doenças Crônicas

Importañte para o Stress – Ansiedade

Melhora sua Estética

Conselhos médicos na área Profilática ou Terapêutica

Perfeito para Saúde Cardiovascular

Melhora muito o Sono

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Obrigado a todos espero que tenham gostado fui!

 

 

 

Treinamento de Força para Crianças e Adolescentes

ACADEMIA AMERICANA DE PEDIATRIA (AAP)

O treinamento de força (também conhecido por treinamento resistido) é um componente comum dos programas de atividades esportivas e condicionamento físico para pessoas jovens, embora alguns adolescentes possam utilizar o treinamento de força como um meio de aumentar o volume muscular para melhorar a aparência física. Os programas de treinamento de força podem incluir a utilização de pesos livres, máquinas, tiras elásticas, ou o próprio peso corporal da pessoa que está praticando o treinamento. A quantidade e a forma de resistência utilizada e a freqüência dos exercícios resistidos são determinadas por meio dos objetivos específicos do programa de treinamento.

CRIANCA

BENEFÍCIOS DO TREINAMENTO DE FORÇA
Adicionalmente aos benefícios evidentes (como aumentar a força muscular), os programas de treinamento de força podem ser utilizados na tentativa de melhorar o desempenho esportivo e prevenir lesões, reabilitar lesões, e/ou melhorar a saúde em longo prazo. Similar a outras modalidades de atividades físicas, o treinamento de força tem demonstrado um efeito benéfico em diversos marcadores de saúde mensuráveis, como a aptidão cardiovascular, composição corporal, densidade mineral óssea, perfil dos lípides sanguíneos e saúde mental (psicológica). Em crianças com paralisia cerebral, estudos recentes demonstraram alguns benefícios através do aumento da força muscular, funcionamento físico global e aumento na sensação de bem-estar. Em crianças que se encontram acima do peso, o treinamento resistido está sendo incorporado aos programas de controle do peso corporal como uma atividade que aumenta a taxa metabólica sem causar altos impactos. Similarmente às populações geriátricas, o treinamento resistido em crianças pode estimular o aumento da mineralização óssea, bem como apresenta efeitos positivos na densidade mineral óssea.

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Diversos estudos têm demonstrado que o treinamento de força, praticado com a técnica de treinamento adequada e supervisão criteriosa, pode aumentar a força muscular em pré-adolescentes e adolescentes. A freqüência, o modelo (tipo de resistência adotada), a intensidade e a duração, todos contribuem para a criação de um programa de treinamento apropriado. Os aumentos na força ocorrem com praticamente todos os modelos de treinamento de força com uma duração mínima de 8 semanas e podem ocorrer com o treinamento realizado pelo menos uma vez por semana, embora os programas de treinamento efetuados duas vezes por semana possam ser mais benéficos.
Os programas de treinamento supervisionados adequadamente enfatizando o desenvolvimento do core (ou seja, que estejam focando a musculatura mais profunda (e estabilizadora) do tronco como os músculos abdominais, lombares e glúteos) também são adequados para as crianças e teoricamente auxiliam na aquisição de habilidades específicas às modalidades esportivas e no melhoramento do controle postural. Infelizmente, os ganhos decorrentes do treinamento resistido como força muscular, volume muscular, ou potência desaparecem cerca de 6 semanas após a interrupção do treinamento.

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Os exercícios preventivos (pré-reabilitação) se referem aos programas de treinamento de força voltados às áreas comumente submetidas a lesões, tais como os exercícios designados para prevenir lesões (por utilização excessiva) em regiões como o manguito rotador e exercícios para a estabilização escapular, principalmente em modalidades esportivas que utilizam movimentos acima da cabeça. Existem evidências limitadas sugerindo que a pré-reabilitação possa auxiliar na redução das lesões em adolescentes, mas não se sabe se esta medida desempenha os mesmos benefícios em atletas pré-adolescentes, e não há evidências que o treinamento de força irá reduzir a incidência de lesões catastróficas relacionadas à prática esportiva em adolescentes. Pesquisas recentes sugerem uma possível redução nas lesões decorrentes da prática esportiva em estruturas como o ligamento cruzado anterior em garotas adolescentes que combinaram o treinamento resistido com exercícios específicos.

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RISCOS DO TREINAMENTO DE FORÇA

Muito do que se conhece a respeito das lesões associadas com o treinamento de força foi fornecido pela Comissão de Segurança de Produtos ao Consumidor do Sistema Nacional de Vigilância Eletrônica de Lesões dos EUA, que estimou o número de lesões ligadas aos equipamentos de ginástica (musculação). Os dados fornecidos a partir do Sistema não especificam nem a causa da lesão, nem separa as lesões decorrentes da prática recreativa das lesões ocasionadas com a prática competitiva resultante do treinamento de força.

Aparentemente, os programas de treinamento de força adequados não possuem efeitos adversos no crescimento linear, nos discos epifisários ou no sistema cardiovascular, embora cautela deva ser adotada para aqueles jovens esportistas com histórico pré-existente de determinadas patologias.
Crianças que se encontram acima do peso corporal normal podem parecer mais fortes devido ao seu tamanho, mas frequentemente possuem um alto nível de descondicionamento e baixos níveis de força, necessitando da mesma supervisão criteriosa necessária em qualquer programa de treinamento resistido.

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DIRETRIZES PARA O TREINAMENTO DE FORÇA

A avaliação médica da criança antes de iniciar um programa formal de treinamento de força pode identificar os fatores de risco para o surgimento de lesões e fornecer uma oportunidade de discutir lesões prévias, dores lombares, condições médicas, objetivos de treinamento, motivos para querer começar tal programa, técnicas de treinamento e expectativas a partir da própria criança e de seus pais. Os jovens devem ser lembrados que o treinamento de força é apenas uma pequena parte de um programa geral de condicionamento físico ou de atividades esportivas. Embora as pesquisas apóiem a segurança e a eficácia do treinamento de força para as crianças, o treinamento não é necessário ou adequado para qualquer criança.
Devido ao fato que a maturação dos sistemas relacionados ao balanço e ao controle postural ocorrem por volta dos 7-8 anos de idade, parece lógico que os programas de fortalecimento muscular não devam começar antes do desenvolvimento de tais habilidades. As crianças também devem avançar a certo nível de proficiência das habilidades em suas modalidades esportivas antes de participarem em um programa sério de treinamento de força para aumento da força muscular, para ocorrerem as adaptações em níveis significativamente potenciais.

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Os ganhos de força podem ser adquiridos por meio de diversos métodos de treinamento de força e equipamentos; entretanto, a maioria das máquinas de treinamento de força e equipamentos de academias é designada para pessoas adultas e possuem graduações nas cargas que são incompatíveis para as crianças mais jovens. Os pesos livres requerem um melhor controle do balanço corporal e técnica, entretanto são menores e portáteis, permitem um aumento pequeno e gradual das cargas e podem ser utilizados para os movimentos específicos à modalidade esportiva escolhida.
A execução dos movimentos realizada de forma rápida e explosiva não é recomendada, já que são movimentos que exigem a adoção de técnica e segurança na execução. O esporte do levantamento de peso é distinto do treinamento de força convencional, pois envolve tipos específicos de levantamentos rápidos, tais como o arranque e o arremesso.
Pesquisas limitadas acerca do levantamento de pesos como modalidade esportiva tem revelado a participação de crianças sem apresentar um índice elevado de lesões35-37, e alguns programas apresentam um baixo índice por seguirem o princípio que para ocorrer um acréscimo na carga, a execução dos movimentos deve ser com a técnica correta, evitando assim o surgimento de lesões.

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Assim como ocorre com o treinamento de força geral, a supervisão minuciosa e a aderência à técnica correta de execução dos movimentos são cruciais para um índice reduzido de lesões. Para avaliar os baixos níveis de lesões (devido ao fato que um número cada vez maior de jovens ingressam no levantamento de peso competitivo), a AAP continua hesitante para dar apoio à participação de crianças que se encontram, esqueleticamente falando, imaturas, bem como é contra o envolvimento de crianças no levantamento de força (básico), fisiculturismo, ou a adoção da técnica de 1 RM (1 repetição máxima) como meio de determinar o ganho de força muscular.
Para os propósitos deste artigo, as pesquisas referentes aos ganhos de força e as recomendações a respeito da participação de crianças envolvidas no levantamento de pesos aplicam-se especificamente à atividade do treinamento de força conjuntamente à participação nos programas de exercícios e modalidades esportivas.
Quando crianças e adolescentes são submetidos a um programa de treinamento de força, eles devem iniciar o treino com exercícios de baixa resistência, até que a aquisição da técnica seja perfeita. Os exercícios devem incluir todos os grupos musculares, incluindo os músculos do core (centro) e devem ser praticados por meio da amplitude completa de movimento para cada articulação. Para os ganhos em força muscular, as sessões de treinamento precisam durar pelo menos de 20 a 30 minutos, por 2 a 3 vezes por semana, e continuar com a progressão das cargas de treinamento ou repetições, conforme a força muscular aumenta. O treinamento de força praticado por mais de 4 vezes por semana não parece desempenhar efeitos adicionais e pode aumentar o risco para o surgimento de lesões por uso excessivo (overuse). A supervisão adequada é definida como a relação professor/aluno.

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Os jovens que desejam melhorar suas habilidades esportivas geralmente obterão mais benefícios por meio da prática das habilidades específicas referentes às suas modalidades esportivas do que por meio do treinamento de força isoladamente, embora o treinamento de força deva ser parte de uma abordagem multifacetária do exercício e aptidão física. Se o objetivo em longo prazo for obter benefícios à saúde, então o treinamento de força deve ser combinado com um programa de treinamento aeróbico.

RECOMENDAÇÕES

As técnicas adequadas de treinamento e as precauções relacionadas à segurança devem ser seguidas de maneira que o treinamento de força para as populações de pré-adolescentes e adolescentes seja seguro e eficaz. Antes de iniciar um programa de treinamento de força, é preciso reconhecer se ele é realmente necessário ou qual o nível de habilidade (proficiência) este jovem já adquiriu por meio da prática de sua atividade esportiva. A técnica apropriada e supervisão minuciosa por um instrutor qualificado são componentes críticos em qualquer programa de treinamento de força envolvendo pré-adolescentes e adolescentes.

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Strength Training by Children and Adolescents Council on Sports Medicine and Fitness PEDIATRICS Vol. 121 No. 4 April 2008, pp. 835-840

 

Benefícios da Atividade Física  na Massa Óssea

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Segundo MATSUDO e MATSUDO (1998) os benefícios gerais para o controle da saúde esta associado no efeito antropométrico e neuromusculares, a pessoa pode ter diminuição de gordura corporal, incremento da massa e da força muscular, da densidade óssea, fortalecimento do tecido conectivo, incremento da flexibilidade. No efeito metabólico ocorre o aumento do volume sistólico diminuição da freqüência cardíaca em repouso, melhora do consumo Maximo do oxigênio, o aumento da ventilação pulmonar, melhora do perfil lipídico, e a diminuição da pressão arterial. No efeito psicológico, ocorre melhora do auto conceito da auto estima e da imagem corporal, diminuição do stress, ansiedade, tensão muscular e insônia, diminuição do consumo de medicamentos, melhora das funções cognitivas e sociabilização.

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Em outros estudos MATSUDO e MATSUDO (1991) o estímulo da carga mecânica provocado pela atividade física relacionada ao exercício teve um efeito pizoelétrico localizado no osso que gerou uma mudança elétrica, estimulando a atividade osteoblástica que geraria a formação e densidade óssea.

A prática da atividade física relacionada ao exercício físico promove um grande sucesso na Qualidade de Vida Relacionada a Saúde (QVRS), onde através de um equilíbrio está associada ao estilo de vida como: nutrição,comportamento preventivo, controle do estresse e do uso de drogas,uma ótima função física emocional intelectual e habilidades para participar de atividades importantes com a família, no local de trabalho e na comunidade.( REJESKI,  BRAWLEY & SHUMAKER 1996,Citado por  SOUZA, et al 2000).

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Segundo MATSUDO e MATSUDO ( 2000 ), foi realizado um estudo sobre os efeitos benéficos da atividade física na terceira idade, dentre eles o efeito benévolos metabólicos, como o aumento do volume sistólico, diminuição da freqüência cardíaca em repouso, aumento do consumo Maximo de oxigênio em 10-30%, aumento da ventilação pulmonar e densidade óssea.

A atividade física é fundamental para o fortalecimento da massa muscular e  prevenção da atrofia, por desuso e retardo da degeneração óssea progressiva.

Estudos mostram que a caminhada de uma hora, duas vezes por semana durante oito meses aumentou o conteúdo mineral ósseo da espinha em 35% e exercício com peso pode ter efeito positivo no aumento da fixação do cálcio ósseo e prevenção de doenças.   (LAUTERT e col, 1995).

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Em outros estudos, RITSON (1996) citado pôr RENNÓ et al (2001),a atividade física no tratamento da osteoporose contribui, também para melhora do sistema cardíaco, respiratório, muscular,ósseo,contribuindo para a melhora da Qualidade de Vida Relacionada a Saúde. Só que ao contrario de tudo isto a inatividade física colabora intensamente para uma rarefação óssea.

De acordo com MORALES e PEREIRA (2001), alerta que os programas de exercício, geralmente de vários meses de duração, incrementa a densidade óssea mineral em mulheres pos-menopáusica em comparação com as mulheres que não realizam nenhuma atividade.

Segundo a AMERICAN COLLEGE OF SPORT MEDICINE.POSITION STAND ON OSTEOPOROSIS AND EXERCISE (1995) Relatado por GALI (2001), A massa óssea é relacionada em uma ação da musculatura sobre o osso, portanto exercícios gravitacionais são mais efetivos, exemplos de atividades aeróbias com baixo impactos e levantamentos de pesos onde possa contribuir a fim de diminuir as incidências de quedas.

Em outros estudos exercícios bem estruturados planejados por profissionais podem alterar, diminuir ou até reverter principalmente algumas das mudanças fisiológicas relacionadas com idades que ocorrem no músculo esqueléticos, incluindo sarcopênia, redução da massa muscular e diminuição na produção de força. (WILLIAMS e col, 2002 citado por NAVEGA e col, 2003).

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  1. GALI, J.C Osteoporose/Osteoporosis. Acta Ortopedia Brasileira. 2001; n.2, v.9: 53-62.
  2. LAUTERT, L, ALMEIDA, M.A, FRANCISCO, C.M.C Osteoporose: a Epidemia silenciosa que deve se tornar pública. Revista Brasileira Enfermagem Brasília. 1995; n.2, v.48: 161-167
  3. MATSUDO, S.M.M, MATSUDO, V.K.R Osteoporose e Atividade Física. Revista Brasileira de Ciência e Movimento. 1991; n.3, v.5: 33-60.
  4.  MATSUDO, S.M.M, TIMÓTEO, L.A, VICTOR, K.R.M, DOUGLAS, R.A, WELINGTON, V.A Nível de atividade física em crianças e adolescentes em diferentes regiões de desenvolvimentos. Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde. 1998; n.4, v.3: 14-26.
  5.  MATSUDO, S.M, MATSUDO, V.K.R, BARROS L.T.N Efeitos benéficos da atividade física na aptidão física e saúde mental durante o processo de envelhecimento. Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde. 2000; n.2, v.5: 61-73.
  6. NAVEGA, M.T, AVEIRO, M.C, OISHI, J Alongamento, caminhada e fortalecimento dos músculos da coxa: um programa de atividade física para mulheres com osteoporose. Revista Brasileira de Fisioterapia. 2003; n.3, v.7: 261-267.
  7. RENNÓ, A.C.M, DRIUSSO, P, FERREIRA, V Atividade física e osteoporose: uma revisão bibliográfica. Fisioterapia e Movimento. 2001; n.2, v.13: 49-54.
  8. SOUZA, G, SILVA, D, ANEGUES, A, BARROS, M Estilo de vida e aptidão física relacionada a saúde de servidores da universidade de Pernanbuco. Revista Baiana de Educação Física. 2000; n.3, v.1: 6-14.

Controle o seu nível de estresse

O QUE É O ESTRESSE

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Está associado uma reação de alerta no organismo, liberada por hormônios e neurotransmissores, consequentemente em reação de: Perigo, Tensão e Emoções.

Adrenalina,  Noradrenalina e Cortisol são hormônios do estresse, porque?

No efeito de estresse acontece estreitamentos dos vasos sanguíneos , extremidades frias ou suadas, palidez, aumento da frequência cardíaca e respiratória, aumento da pressão arterial e sudorese.

O nosso organismo humano, foi programado para sofrer estresse, é apontado como um dos responsáveis pela preservação da espécie humana da terra.

O nível de estresse contribui para a proteção e evolução da raça humana em curto ou prolongado.

Causas do Estresse

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Morte de um ente querido, separação conjugal, doenças na família, desemprego, conflitos profissionais ( incluindo assédio moral e sexual ), estilo de vida inadequado, certos tipos de personalidade, falta de autoconceito, sentimentos de angustia, arritmia cardíaca, derrames e doenças inflamatórias.

 

Consequências do estresse

Cansaço, insônia, dor nas costas, dor na nuca, mal estar e problemas de memorização.

 

O EFEITO DO ESTRESSE NAS MULHERES

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O estresse na mulher é gerado pelo hormônio do cortisol, onde consequentemente a mulher tendo esse hormônio desregulado, ela pode vir ter: queda de cabelo, problemas de pele, distúrbios alimentares, inchaços, constipação intestinal, dores musculares, dificuldade de concentração, irritabilidade, ansiedade, prejuízos extremo de memórias, infecções vaginais ( pela queda da resistência imunológica), irregularidades menstruais, dificuldade para ovular/ engravidar e falta de desejo sexual.

 

O EFEITO DO EXERCICIO FISICO NO ESTRESSE

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O exercício físico ajuda: metabolizar a adrenalina no sangue, diminuindo a ansiedade, promove o aumento na produção e liberação de endorfinas, modulando a dor e produzindo euforia.

Melhora a produção de serotonina e dopanina propiciando o bem estar e prazer com a vida, diminuindo o efeito do estresse.

Muito obrigado a todos fui!

Referências

LAYAUN, SAMIRA Comer treinar durmir: como superar doenças na vida moderna, São Paulo 2012, Editora prumo 224 p pag 71