Pressão Alta

Hipertensão, usualmente chamada de pressão alta, é ter a pressão arterial, sistematicamente, igual ou maior que 14 por 9. A pressão se eleva por vários motivos, mas principalmente porque os vasos nos quais o sangue circula se contraem. O coração e os vasos podem ser comparados a uma torneira aberta ligada a vários esguichos. Se fecharmos a ponta dos esguichos a pressão lá dentro aumenta. O mesmo ocorre quando o coração bombeia o sangue. Se os vasos são estreitados a pressão sobe.

 

Quais são as conseqüências da pressão alta?

 

A pressão alta ataca os vasos, coração, rins e cérebro. Os vasos são recobertos internamente por uma camada muito fina e delicada, que é machucada quando o sangue está circulando com pressão elevada. Com isso, os vasos se tornam endurecidos e estreitados podendo, com o passar dos anos, entupir ou romper. Quando o entupimento de um vaso acontece no coração, causa a angina que pode ocasionar um infarto. No cérebro, o entupimento ou rompimento de um vaso, leva ao “derrame cerebral” ou AVC. Nos rins podem ocorrer alterações na filtração até a paralisação dos órgãos. Todas essas situações são muito graves e podem ser evitadas com o tratamento adequado, bem conduzido por médicos.

 

Quem tem pressão alta?

 

Pressão alta é uma doença “democrática”. Ataca homens e mulheres, brancos e negros, ricos e pobres, idosos e crianças, gordos e magros, pessoas calmas e nervosas.
A Hipertensão é muito comum, acomete uma em cada quatro pessoas adultas. Assim, estima-se que atinga em torno de, no mínimo, 25 % da população brasileira adulta, chegando a mais de 50% após os 60 anos e está presente em 5% das crianças e adolescentes no Brasil. É responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal. As graves conseqüências da pressão alta podem ser evitadas, desde que os hipertensos conheçam sua condição e mantenham-se em tratamento com adequado controle da pressão.

 

10 Mandamentos contra a pressão alta

  • Meça a pressão pelo menos uma vez por ano.
  • Pratique atividades físicas todos os dias.
  • Mantenha o peso ideal, evite a obesidade.
  • Adote alimentação saudável: pouco sal, sem frituras e mais frutas, verduras e legumes.
  • Reduza o consumo de álcool. Se possível, não beba.
  • Abandone o cigarro.
  • Nunca pare o tratamento, é para a vida toda.
  • Siga as orientações do seu médico ou profissional da saúde.
  • Evite o estresse. Tenha tempo para a família, os amigos e o lazer.
  • Ame e seja amado.

 

 

Dieta e Prevenção de Lesões Musculares Causadas pelo Estresse Oxidativo

O esporte de alto rendimento vem apresentando uma evolução acentuada nas últimas décadas, principalmente devido ao embasamento cientifico oriundo das áreas como a fisiologia do exercício, biomecânica e a nutrição aplicada aos esportes. Atualmente uma das grandes preocupações no que diz respeito ao aparecimento de lesões em atletas é a prevenção e o controle do estresse oxidativo causado pelo exercício intenso.
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A produção de radicais livres é maior nos atletas e, por esse motivo, eles estão sob o risco constante de desequilíbrio entre a produção de radicais livres e os mecanismos de defesa antioxidante do organismo, ou seja, de estresse oxidativo. O próprio treinamento físico dispara mecanismos naturais de adaptação e de defesa contra o ataque de radicais livres, evitando processos de fadiga e prevenindo o aparecimento de lesões musculares por esse tipo de estresse.
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A dieta equilibrada é essencial nesse processo, pois, contém nutrientes com ação antioxidante como o selênio, ferro, zinco, cobre, manganês, vitamina C e vitamina E, além de compostos bioativos como os carotenóides e os flavonóides. É fato que a alimentação e nutrição adequadas, o bom desempenho físico do atleta e a prevenção de lesões estão diretamente relacionados.
Os nutrientes e compostos bioativos com ação antioxidante constituem importante fator de proteção contra lesões musculares causadas pelo estresse oxidativo. Importantes órgãos internacionais e nacionais têm se posicionado quanto à ingestão ideal de compostos alimentares antioxidantes para atletas. A Associação Dietética Americana ressalta que os atletas que estão sob o risco de deficiência de micronutrientes antioxidantes, são aqueles que seguem dieta muito restrita em energia, aqueles que adotam práticas severas para perda de peso (normalmente eliminando um ou mais grupos de alimentos da dieta) e aqueles que priorizam o consumo dos macronutrientes, particularmente as proteínas e os carboidratos, negligenciando a ingestão de minerais e vitaminas.
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Em concordância com a Associação Dietética Americana e o Colégio Americano de Medicina Esportiva, a Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte defende e recomenda a modificação dietética para atletas, modificação esta que garanta uma prática alimentar adequada a intensidade e duração do exercício, que aperfeiçoe o desempenho físico e que previna lesões. É perfeitamente possível que uma alimentação equilibrada promova a ingestão adequada dos antioxidantes alimentares.
Na prática, uma dieta rica em frutas e hortaliças (de cores variadas), grãos integrais e sementes e frutos de oleaginosas (principalmente castanha do Pará) fornece quantidade suficiente dos compostos antioxidantes para atender as necessidades nutricionais. Não há necessidade de suplementação, a não ser que claras razões médicas, nutricionais ou de saúde pública estejam presentes.
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Vale ressaltar que a suplementação com antioxidantes de forma inadequada e desnecessária ao invés de proteger o organismo, torna-o mais susceptível ao estresse oxidativo. Dentro de uma dieta equilibrada, o consumo diário de 5 a 6 porções de frutas, de 4 a 5 porções de hortaliças, de 4 a 5 castanhas do Pará e de 3 a 4 porções de grãos integrais é suficiente para promover a ingestão de selênio, ferro, zinco, cobre, manganês, vitamina C, vitamina E, carotenóides e flavonóides necessários ao funcionamento adequado do sistema orgânico de combate aos radicais livres.
Por fim, é de extrema importância considerar a individualidade bioquímica e todo o contexto ambiental no qual está inserido o atleta, já que disso depende a biodisponibilidade (absorção e utilização pelo organismo) dos compostos antioxidantes presentes na dieta.(AUTORA:PROF. LILIA ZAGO)
Pessoal sempre atentos, antes de fazer qualquer tipo de atividade física relacionada ao exercício físico procure uma equipe que envolva: Médico, nutricionista e profissional de educação física!

A Importância da suplementação de proteína

Benefícios da proteína

 

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As proteínas são moléculas formadas por cadeias de aminoácidos que possuem importantes funções para o nosso organismo, por isso são essenciais para a vida e boa saúde. Veja suas principais funções:

  • Enzimática: atua na formação de enzimas que possuem diversas funções no organismo, como digerir alimentos favorecendo a absorção adequada.

 

  • Estrutural: constitui a estrutura da pele, cabelos, articulações, músculos e tendões, conferindo firmeza.

 

  • Sistema imunológico: as proteínas compõem os anticorpos, responsáveis por combater vírus, bactérias e outros corpos estranhos prejudiciais ao organismo, prevenindo infecções.

 

  • Transporte de nutrientes: as proteínas também viajam pela corrente sanguínea levando nutrientes e oxigênio para os tecidos.

 

Também participam de processos de coagulação, formação de hormônios, nutrição, entre outros, por isso, o baixo consumo ou a exclusão de proteínas da dieta pode trazer prejuízos para a saúde, dentre eles a perda de massa muscular. As principais fontes alimentares de proteínas são os alimentos de origem animal, como carnes, leites e ovos, além de leguminosas, como feijão e lentilha. Além disso, existem diversos suplementos famosos à base de proteínas, utilizados principalmente por pessoas convalescentes ou praticantes de exercícios físicos, como whey protein, caseína, albumina e glutamina, entre outras.

As proteínas podem ser utilizadas em conjunto com a atividade física, com o objetivo de estimular a hipertrofia, ou seja, o crescimento da massa magra, por isso, é comum utilizar suplementos proteicos no pós-treino, período em que os músculos estão mais ávidos por receber aminoácidos e a suplementação é mais efetiva.

Ao todo, existem 20 aminoácidos que compõem diversas combinações de proteínas. Lembrando que as proteínas não podem ser digeridas inteiras, devem passar por um processo de quebra (digestão) para serem absorvidas na forma de aminoácidos.

O ideal é que antes de iniciar a suplementação ou aumentar o consumo de proteínas na dieta, você consulte um nutricionista para avaliar as suas necessidades individuais e adequar a melhor dosagem para cada objetivo.

O poder da Glutamina

 

Glutamina: poderoso aminoácido!

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Muito provavelmente você já ouviu falar em glutamina, mas você sabe o que é? Vamos entender!

A glutamina é um aminoácido considerado essencialmente condicional, isso é, nosso corpo o produz, mas em situações como estresse, atividade física intensa, queimaduras graves, pós-operatório e doenças que debilitam o intestino e o sistema imunológico, os seus níveis caem muito e torna-se necessária à sua suplementação.

A glutamina é muito utilizada por atletas, mas nem sempre da forma correta, pois para que a glutamina seja utilizada pelos músculos é necessária uma dosagem maior. Em dosagens baixas, a glutamina é utilizada rapidamente pelas células intestinais (principalmente os enterócitos) com o objetivo de fortalecer o sistema imunológico, reestabelecer a integridade da mucosa intestinal e aumentar a absorção de nutrientes. Há estudos renomados que comprovam o importante papel da glutamina no reforço da imunidade.

Ao aumentar a absorção de nutrientes, a glutamina torna-se uma ferramenta interessante no processo de emagrecimento, uma vez que o processo pode ser dificultado justamente pela absorção inadequada dos nutrientes consumidos.

A glutamina é vendida em cápsulas e em pó (pote ou sachês) e a dosagem varia de acordo a finalidade de cada um. Se o intuito for devolver a permeabilidade intestinal e aumentar a absorção de nutrientes, sugere-se que seja consumida à noite. Mas se o intuito for preservar ou ganhar massa magra, o melhor horário é pela manhã ou durante o dia.

Em todo caso, para ajustes e adequações individuais é sugerido consultar um nutricionista.

 

 

 

 

CÂNCER DE MAMA

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O Câncer de mama é a neoplasia maligna mais frequente entre as mulheres.

De acordo com dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), foram estimados 49240 novos casos em 2010.

O diagnóstico precoce é fundamental e a escolha terapêutica vai depender do estágio clínico da doença, das características anatomopatológicas, condições clínicas, idade e desejo de cura da paciente.

O rastreamento do câncer de mama consiste em identificá-lo nos seus estágios iniciais, em geral: alterações benignas, lesões malignas e lesões malignas invasivas.

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FATORES DE RISCO

Os fatores de risco para o câncer de mama incluem:

hereditariedade

Histórico Familiar e Pessoal de Câncer

Primeira menstruação em idades precoce

Climatério

Menopausa em idade avançada

Primeiro parto após os 30 anos ou nenhum parto

Uma dieta rica em gorduras

Uso de pílulas anticoncepcional sem orientação médica

Uso frequente de bebida alcoólica

Sedentarismo

De acordo com American Cancer Society Breats Facts & Figures, os fatores de risco não causam câncer de mama, mas podem aumentar as chances de desenvolver a doença.

Existem alguns mitos sobre a doença

MITOS FATOS
Câncer de mama ocorem somente em mulheres mais velhas. O risco aumenta com a idade, mas todas as mulheres estão sujeitas a desenvolver o câncer de mama
Mulheres com histórico familiar de câncer de mama terão a mesma doença. Ter um familiar próximo que passou pela doença aumenta a probabilidade de desenvolvimento da mesma, mas não é regra
Mulheres com mais de um fator de risco terão câncer de mama Todas as mulheres estão em risco independente da quantidade de fatores apresentado.
O Câncer de Mama pode ser evitado As causas do câncer de mama não são totalmente conhecida, mas exames periódicos podem diagnosticar precocemente a doença
A radiação da mamografia causa cancer O nível de radiação da mamografia é pequeno e seguro. Os benefícios superam os risco
Amamentar aumenta a chances de desenvolver o câncer de mama A amamentação pode diminuir os risco de uma mulher ter câncer de mama

 

As chances de uma mulher desenvolver câncer de mama aumenta com a idade, de acordo com a tabela.

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30 anos 1 em 229
40 anos 1 em 69
50 anos 1 em 42
60 anos 1 em 29
70 anos 1 em 27

 

SINTOMAS DO CANCER DE MAMA

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Mamas endurecida

Afundamento em uma parte da mama

Pequenas feridas na pele da mama

Vermelhidão ou ardor na mama

Liberação de secreção pelo mamilo

Veias extremamente dilatada na mama

Alterações no mamilo

Assimetria entre as mamas

Engrossamento da mama

Nódulo palpável e dolorido

Mulheres sempre faça todos os exames!

Um abraço!

 

REFERÊNCIAS

  1. CARVALHO G,S,E, J Câncer de mama estagio inicial e radioterapia, atualização. Revista Associação Médica Brasileira.2011, 57 (4): 468-474
  2. HORTALE R Rastreamento do câncer de mama no brasil: quem como e porque?. Revista Brasileira de Cancelogia 2012, 58 (1): 67-71
  3. MC ARDLE, WILLIAM D, FRANK I, VICTOR L K. Fisiologia do Exercício: energia, nutrição e desempenho humano Editora Guanabara Koogan, 2008.
  4. Fatores para Vida, FACTS FOR LIFE komen.org 2009/2010

 

 

DIABETE

 

A diabete é uma doença do metabolismo da glicose (açúcar). Ela é causada pela falta, má absorção ou resistência à insulina, hormônio produzido pelo pâncreas com a função de quebrar as moléculas de glicose, a fim de transformá-las em energia para que sejam aproveitadas por todas as células. A carência total ou parcial da insulina interfere na queima de açúcar e impede sua transformação em outras substâncias (proteínas, músculos e gordura).

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Os diabéticos precisam ficar muito atentos ao IG (índice glicêmico) dos alimentos, procurando consumir os de baixo ou moderado índice. Mas o que é índice glicêmico? É a capacidade de um alimento elevar a taxa de açúcar no sangue. Os de alto IG elevam essa taxa muito rapidamente e prejudicam o indivíduo.

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Mas, se eu não sou diabético, isso importa para mim? Sim! Pois de tanto consumir alimentos com alto IG, pode acabar desenvolvendo diabete por ter estimulado muito a insulina, provocando a resistência desse hormônio.

Confira dicas para reduzir o IG dos alimentos:

– Troque os alimentos refinados pelos integrais, pois possuem menor índice glicêmico e são ricos em fibras e nutrientes;

– Evite consumir fruta e vegetais puros. Adicione aveia, flocos de quinoa, chia, amaranto ou linhaça triturada no liquidificador;

– Não amasse muito os alimentos ao fazer purê, procure deixar pedaços meio inteiros;

– Inclua a batata yacon nas suas refeições. Ela ajuda a controlar a diabete e é rica em inulina, potente nutriente para o equilíbrio da microbiota. Pode ralar a batata e adicionar em saladas e sucos;

– Inclua a biomassa de banana verde no preparo de feijões, cremes, sucos e muito mais! É rica em fibras, que são fundamentais para auxiliar o tratamento da diabete e reduzir o IG dos alimentos.

 

Texto: elaborado por Thainá Queiroz, nutricionista da Natue, e revisado por Michele Prado.

O Consumo do sal

O brasileiro tem optado cada vez mais por alimentos salgados. Os alimentos contêm sódio naturalmente, porém, o maior problema é que grande parte dos produtos industrializados são riquíssimos em sódio e contribuem para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e hipertensão (pressão alta).

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Quando o organismo recebe muito sal, passa a reter mais líquido para lidar com essa sobrecarga recebida. Isso aumenta o volume de sangue das artérias e pode provocar hipertensão.

Segundo o Ministério da Saúde, o máximo de sal recomendado para indivíduos saudáveis é de 5 g ao dia (2.000 mg de sódio). Você sabe qual é a média de consumo diário de sal pelos brasileiros? 10 gramas! Simplesmente o dobro.

É necessário desconstruir a ideia de que é o sal que dá sabor aos alimentos. O que tempera o alimento são os temperos frescos como alho, cebola, salsinha, salsa, coentro, cebolinha, manjericão, alecrim e muitos outros. São excelentes e além de dar sabor, ajudam a expulsar as toxinas do corpo.

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Ao temperar alimentos como carnes, saladas, feijão e arroz, prefira utilizar sal em pequenas quantidades e escolha o sal marinho ou o sal do Himalaia, que contêm bons nutrientes e possuem menos sódio.

Fuja de temperos prontos, pois são ricos em sódio e outras substâncias que contribuem para o desenvolvimento de doenças.

 

Texto: elaborado por Thainá Queiroz, nutricionista da Natue, e revisado por Michele Prado.

 

A Problemática da pressão alta

Quem disse que comida sem sal é comida sem graça?

Uma vez que o aumento de hipertensos (portadores de pressão alta) vem crescendo consideravelmente no Brasil e no mundo, esse fator deve ser repensado. Atribui-se a isso o grande consumo de alimentos processados e a adição de sal em alimentos que já o contém.

Vale lembrar que os fumantes correm risco muito maior de desenvolveram a doença, pois o hábito de fumar aumenta a pressão sanguínea.

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Em cada 1 grama de sal existe 0,4 gramas de sódio. O chocante é saber que para cada 9 gramas de sal ingerido, o corpo retém 1 litro de água. Isso pode afetar diretamente o sistema cardiovascular caso a água não seja eliminada com eficiência, além de sobrecarregar outros órgãos fundamentais, como os rins.

Já que 70% do sódio consumido pelos brasileiros vêm dos alimentos industrializados, o ideal seria que os fabricantes se conscientizassem e produzissem alimentos menos processados e com menos sódio.

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Enquanto isso não acontece, trocas inteligentes podem aumentar a qualidade de vida e prevenir não só a hipertensão, mas também doenças cardiovasculares.

Dicas:

– Invista em ervas frescas para temperar os alimentos: salsinha, coentro, sálvia, funcho e tomilho, entre outras, dão sabor aos alimentos e ainda ajudam a desintoxicar o corpo;

– Troque temperos industrializados por alho, cebola e sal marinho (contém menos sódio e possui nutrientes importantes);

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– Faça uma aliança com a garrafinha d’água. Ela é sua melhor amiga.

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Alimentar-se bem é um hábito, portanto, capriche na alimentação e curta os benefícios!

Texto: elaborado por Thainá Queiroz, nutricionista da Natue, e revisado por Michele Prado.

Número de brasileiros com excesso de peso aumenta no país

O índice era de 43% em 2006

 

A Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) manifesta a sua preocupação com os dados divulgados pelo Ministério da Saúde, na última quarta-feira (15), onde revela o aumento do número de pessoas acima do peso no Brasil. São 52,5% de brasileiros acima do peso, o que é um fator de risco para doenças crônicas – que correspondem a 72% dos óbitos no país. Entre os fatores de risco estão hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares e câncer.

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Os números apresentados são extremamente preocupantes e o controle é um grande desafio para a Sociedade Brasileira de Hipertensão, que enfatiza sempre a importância da alimentação saudável e das atividades físicas regulares.

No quesito atividade física, por exemplo, o Ministério da Saúde divulgou que a prática está crescendo no Brasil, apesar de manter o dado da Organização Mundial da Saúde (OMS) de que 3,2 milhões de mortes por ano no mundo são atribuídas à atividade física insuficiente, sendo que o sedentarismo é ainda o quarto maior fator de risco de mortalidade global.

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A pesquisa ainda apontou que os jovens registram a menor prevalência, enquanto a população de 35 a 64 anos apresentou a maior fatia de incidência do aumento de peso, sendo:

  • 58,6% de 35 a 44 anos;
  • 61,6% de 45 a 54 anos;
  • 61,8% de 55 a 64 anos.

O índice de brasileiros com excesso de peso em 2006 era de 43%, ou seja, nos últimos nove anos o Brasil obteve um aumento significativo de 23% em relação ao período anterior. Além disso, o consumo médio de sal no Brasil (12g/dia) é duas vezes maior que o recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo o Ministério da Saúde, a meta é reduzir até 2022 para 5g/dia.

 

A pesquisa foi realizada pela Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico).